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| Jornal da Tarde, 13/02/01 |
Castelo:
quem não
pagou foi barrado |
Já o estudante de Direito Calil Mohamed
Filho, de 19 anos, também sem dinheiro nem cheque, negou-se
a seguir a sugestão. "Eu não sou mendingo (sic) para ficar pedindo
dinheiro." Aí chegou o guarda, o soldado Alonso, do 1º Batalhão
da Polícia Rodoviária. Mohamed tentou dar um jeito. "Deixo um
documento e volto amanhã." Mas não deu. "Vai ter de pagar. Senão,
leva multa", dizia o policial. Que nada. Por volta das 2h30,
um motorista passou com tudo pela cabine. Além de não pagar,
levou consigo a cancela. Mas não será multado: naquele momento,
as câmeras da Via Oeste estavam fora de operação e não houve
registro da placa do veículo.
Comentário do site - As câmeras estavam
fora de operação. À noite. É essa
a segurança que a Viaoeste nos oferece? |
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| Assine
o manifesto on-line de protesto | Leia
o manifesto |
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| E-mails de protesto: página
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3 |
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| Remetente: Luiz
Arnaldo - 18/fevereiro/2001 - 12:09h |
| Assunto:
Sinalização |
Parabéns pelo protesto.
Sem quebra-quebra, sem pneus queimando e outros
absurdos que só os irracionais sabem fazer.
O protesto deve ser pacífico e inteligente:
assim incomoda mais.
Trabalho em Tamboré e gostaria de dar uma
sugestão: não é só por Barueri que deixamos
de pagar mais este "tributo". Saindo por Tamboré
e tomando o início da marginal, existe uma
saída à direita, junto a concessionária Itatiaia,
que evita o pedágio, seguindo até Osasco.
A partir de Osasco, existem diversas alternativas
para São Paulo. Tudo bem que o piso não é
dos melhores, mas é uma alternativa.
O retorno de Barueri está saturado. Existem
placas em frente ao Carrefour indicando somente
o caminho alternativo por Barueri. E o outro?
Que tal sinalizá-lo para orientar os motoristas?
Comentário
do site - Realmente, se dividirmos as
alternativas de caminhos o boicote tomará
mais corpo, já que as pessoas levarão
menos tempo para fazer os desvios, não
importa a rota que escolherem. |
| Remetente:
Robson de Alvarenga - 17/fevereiro/2001 -
00:05h |
| Assunto:
Sugestão para uma Manifestação de Protesto
que causará impacto |
Poderia ser organizado
um protesto ao pedágio da seguinte forma:
a cada dia, uma determinada quantidade de
carros sairia de Alphaville e pararia no pedágio,
sendo que os motoristas demorariam para "encontrar"
dinheiro para pagar o mesmo. Se essa demora
fosse de mais ou menos 5 minutos e abrangesse
todas as cabines de cobrança, a estrada seria
bloqueada. Nesse tempo seria possível a utilização
de faixas de protesto. Essa forma de protesto
teria a vantagem de não causar nenhum prejuízo
aos manifestantes e, ao mesmo tempo, gerar
efeito suficientemente relevante para causar
uma mudança na situação atual. Imaginem o
caos de ter a estrada parada por 5 minutos
a cada dia. Se o protesto der certo e aumentar
o número de manifestantes, poderiam ser organizados
diversos grupos de carros para bloquear a
estrada mais de uma vez por dia. Pensem no
assunto e, se acharem uma boa idéia, divulguem.
Boa sorte para todos nós.
Comentário
do site - A idéia merece, no mínimo
uma consideração. É um
tipo de protesto que seria diário,
mas que não teria como ser impedido,
a não ser que a Viaoeste impedisse
todos os carros de entrar em sua marginalzinha.
Isso seria legal! |
| Remetente:
Ralph Mennucci - 16/fevereiro/2001 - 20:21h |
| Assunto:
Monopólios |
Continua o descaso dos
governantes de nossos municípios, estado e
país em relação ao povo. A instituição de
um pedágio de R$ 3,50 na Castello Branco é
realmente mais uma das violências que se fazem
contra a sociedade. E apoiada por Covas, Alckmin
e companhia. Apoiada também pela Câmara dos
Deputados, que nada faz contra algo que fere
as leis (o preço do pedágio, por exemplo,
está completamente fora dos valores estabelecidos
pela lei que rege a concessão de rodovias
no nosso estado). Apoiada pelos municípios
de Barueri e de Osasco, com certeza.
Por quê? Ora, arrecadando os impostos
do pedágio por estarem cada um deles ali localizados,
vocês acham que esses municípios vão
apoiar alguma coisa contra os mesmos? Nunca!
Lembrem-se que para os governantes atuais
do Brasil neo-liberal, dinheiro comes first.
People... maybe in second place.
Afirmações do governador Covas dizendo que
"o povo de Alphaville está contra pagar pedágio?",
irônica, mostram claramente que os governantes
não se importam com nada a não ser arrecadar.
Ora, ele não viu realmente qual era o caso
(isto, admitindo que é real o fato que diz
que apenas moradores de Alphaville vão passar
pelo pedágio, quando, na verdade, eles correspondem
a somente 20% do tráfego potencial das marginais).
Quando até os "ricaços" de Alphaville se levantam
contra um valor absurdo de pedágio, isto significa
que a situação realmente vai mal. Parece que
o Governo não tem a inteligência de perceber
isto.
E realmente eu, como morador de Alphaville
e longe de ser rico, não esperava ser tratado
dessa forma por um governador. Pago meus impostos
-- abusivos em geral, mas esta é outra história
-- pontualmente e não mereço ser tratado de
forma irônica e inadequada. O monopólio das
rodovias é real. Antes era do governo, agora
é dos amigos do governo.
Alternativas? Andar até trevo e perder tempo.
Tomar o trem. Esta seria uma boa idéia, mas
ir a Carapicuíba e Barueri como? Com os ônibus
vagabundos e bissextos? Com carro e parar
onde? Se o governo investisse em estacionamentos
e infraestrutura ao lado das estações de trens
da CPTM na linha da saudosa Sorocabana, ela
teria muito mais movimento e seria
uma opção real de transporte coletivo.
Além do mais, concessão de serviços públicos
deve ser vista com muito cuidado. Serviço
público não pode gerar lucros extorsivos,
porque, se de um lado é verdade que a concessionária
tem de ter lucro para se interessar pela concessão,
por outro, não pode tê-los de forma abusiva,
porque aí se distorce a existência do serviço
público. Retorno em 3, 4 anos do valor investido
pela Viaoeste não é lucro extorsivo? A concessão
é de 20 anos (no mínimo -- realmente não sei
o período exato). Se se paga em 3 ou 4, meu
Deus!, grande negócio!
Estou cansado de ser espoliado. É realmente
intrigante quando se lê declarações no jornal
de uma moradora de Alphaville que diz "sou
a favor do pedágio, pois prefiro pagar um
pouco mais e ter uma estrada boa". Primeiro,
respeito o direito de cada um ter sua opinião,
mas neste caso está claro que a declarante
não enxerga nada à sua volta. Pagar "um pouco
mais"? Três reais a mais do que manda a lei
(quase 600% de acréscimo)? Pagar qualquer
coisa para ter um serviço que o Governo repassou
para a concessionária porque abandonou as
estradas por muitos anos? Se se paga qualquer
coisa hoje, espere para ver. Vai pagar muito
mais depois e aí vai se arrepender. Propaganda
enganosa, não? Dizer "R$ 3,50 para mais tempo
de sono"... Ora, não são R$ 3,50; são sete
reais! O pedágio é dos dois lados da pista!
Isso a propaganda não diz. É mesmo um país
para minorias. Está bem, um dia a classe média
desaparece de vez. Aí quem vai sustentar os
ricos? Os miseráveis? Ô País cego! Ô vergonha
de ser brasileiro!
Comentário
do site - Puxa! Eu queria ter escrito
esse e-mail!!!! |
| Remetente:
José de Sá - 16/fevereiro/2001
- 19:10h |
| Assunto:
Sem assunto |
Como sugestao acho que
todos podiamos utilizar a marginal pagando
o pedagio com notas de R$ 100,00.
Comentário
do site -
Não... Acho que é melhor continuar
boicotando o pedágio! |
| Remetente:
Renato Levi Pahim - 16/fevereiro/2001
- 16:42h |
| Assunto:
Revolta |
Quem explica a lógica
sinistra que faz com que a Viaoeste tenha
interesse no colapso das pistas centrais da
Castello (pelas quais ela também é
responsável), para depois "vender" a solução
nos pedágios criminosos? Quem foi o responsável
no governo do estado pela aprovação do projeto
das marginais ou é corrupto ou incompetente...
ou pior, deve ser as duas coisas! Criem e
divulguem campanhas contra a hipocrisia da
Vioeste e do Governo do Estado! R$ 3,50 é
ROUBO! Os meliantes: Viaoeste e Governo do
Estado de SP.
Comentário do site - Precisa
explicar a lógica?????? |
| Remetente:
Eduardo Nobilioni - 20fevereiro/2001 -
17:04h |
| Assunto:
Viaoeste só Ilumina quem paga pedágio |
|
Este e-mail eu mandei para Folha de S.
Paulo, Estadão, CBN, Rádio
Eldorado, Globo, entre outros.
Por favor, divulguem no site de vocês
(Acho o site um exemplo de cidadania. Parabéns!).
"Caros Senhores
Estava indo para Sâo Paulo ontem,
20/02/2001, pela pista não pedagiada
da Castello Branco, quando notei que apenas
as pistas pagas recebiam iluminação.
Eu pergunto:
- Não é obrigação
da Viaoeste iluminar toda a estrada, ao
invés de fazer essa diferença
entre a parte paga e a não paga?
- As estradas brasileiras não deveriam
ser tratadas com mais respeito, visto que
não são um produto comum (
as pessoas precisam delas para ir trabalhar,
o produtor precisa para escoar sua mercadoria,
o trabalhador tem o direito de visitar sua
família no fim de semana etc.).
Da maneira que está parece até
sabão em pó: 'Ande por este
lado da estrada; você paga um pouco
(R$ 3,50), mas pelo menos tem luz. Não
se misture com essa gentalha da estrada
escura'.
Por fim, se realmente temos direito de escolha,
qual é o motivo de se fechar o trevo
de Alphaville para a pista não paga?
Isto não me parece direito de escolha,
parece a velha ditadura disfarçada.
Comentário
do site
- Será que a Viaoeste vai responder
a essas perguntas? (Pausa para risos)
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| Remetente:
Waldir Gomes de Oliveira - 19/fevereiro/2001
- 20:17h |
| Assunto:
Manifesto contra a Viaoeste |
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Alphaville não quer esmola de ninguém,
só quer pagar o pedágio de
acordo com
a constituição pelo número
de quilômetros do percurso Alphaville-São
Paulo
que deverá ser de R$ 0,50.
Além disso, queremos saber os nomes
dos sócios acionários das
empreiteiras de
concreto donas do consórcio Viaoeste,
pois, a partir do momento que estes
nomes forem revelados, surpresas aparecerão,
confirmando os boatos já
existentes.
As empresas instaladas em Alphaville geram
uma população flutuante de
aproximadamente 100.000 pessoas/dia de trabalhadores
e o custo de R$ 182,00
por mês por uso do pedágio
não está incluído no
salário de ninguém, logo
esta população deve procurar
os sindicatos das suas categorias para pressionar
a Viaoeste por um preço justo, que
é de R$ 0,50.
Lembrando que o preço de R$ 3,50
do pedágio da Castello está
financiando as
obras da Rodovia Raposo Tavares, que também
está sob concessão da Viaoeste,
o que nós de Alphaville e região
temos com isso?
Nunca esquecendo que este pedágio
da Castello invade a área mínima
permitida
para se ter pedágios.
Comentário
do site - Isso para não falar
das demais violações de leis...
|
| Remetente:
Carlos Araújo - 19/fevereiro/2001,
08:11h |
| Assunto:
Mais argumentos |
|
Estou transmitindo-lhes copia da carta
que enviei ao Exmo. Sr. Governador Geraldo
Alckmin a respeito do assunto.
"Exmo. Sr. GERALDO ALCKMIN, Mui digno
Governador, em exercício, do Estado
de São Paulo
Ref.: Rodovia Castello Branco
Exmo. Sr. Governador, cumpre-me não
só direito, mas também o dever,
como cidadão, de vir até V.Excia.
, mui respeitosamente, para expor o meu
pensamento à respeito do fechamento
de acesso às pistas rápidas
da Rodovia Castelo Branco, como também
pelo valor do pedágio estabelecido
para o transito nas marginais dessa Rodovia.
Exmo. Sr. Governador, mudei-me para AlphaVille
no dia 12 de Agosto de 1977, portanto lá
se vão mais de 23 anos. Para cá
me mudei, não por ser pessoa abonada
e de posição, ou ganho financeiro
favorecido, porém em vista de ter
sofrido 3 (teis) arrombamentos e invasão
da casa onde morava, à Rua Dr. Mariano
J.M. Ferraz, nº 418, em Osasco. Vim
me sujeitar ao pagamento de mensalidades
bastante onerosas para o meu orçamento,
porém buscando tranqüilidade
para minha família. Desta forma,
Exmo. Sr. Governador , desde aquela época
vim usando Constantemente o acesso à
Rodovia Castelo Branco, isento que era de
despesas de pedágio. Acredito, que
não só eu, mas como também
muitas outras pessoas que para cá
se mudaram, o fizeram na busca de maior
segurança para suas famílias,
pagando através de mensalidades à
Sociedade AlphaVille Residencial.
Como aqueles outros moradores pioneiros,
sofremos, bem como nossas famílias
à grandes dificuldades de obtenção
de serviços e abastecimento, pois
éramos forçados à nos
dirigir até Osasco ou Barueri até
mesmo para uma simples compra pão.
Porém Exmo. Governador, nos sujeitamos
a tudo isso, pagamento pela segurança,
dificuldades de acesso às escolas
para nossos filhos, dificuldades na obtenção
de outros serviços, não por
sermos, ricos ou muito bem aquinhoados,
porém para cobrir uma necessidade
iminente, advinda de falha do Estado que
nos devia, àquela época, como
nos deve ainda hoje, infelizmente, a segurança
a que todos os cidadãos de bem têem
direito, portanto não por simples
desejo nosso, porém, dolorosamente
por falha do Estado.
Julgo-me, Exmo. Sr. Governador, com todo
o direito de continuar a ter acesso normal
às vias rápidas da Rodovia
Castelo Branco, pois, pela nossa Constituição
o direito de ir e vir é garantido,
e, nas atuais condições, esse
Direito está sendo conspurcado, pois
sou obrigado à sofrer diariamente
maior dificuldade ainda, do aquela que já
sofria em vista do grande volume de transito
que veio a acontecer, cada vez mais intenso
com o decorrer do tempo. Embora sabendo
da dificuldade do congestionamento a que
irei me sujeitar , com o uso da chamada
via rápida, tendo em
vista que não tenho como pagar o
pedágio estipulado, abusivo e incompreensível,
abusivo e injustificado, abusivo e ilegal,
de R$ 3,50 (teis Reais e cinqüenta
centavos) , em cada sentido, para um percurso,
não de 11 kms como está sendo
mentirosamente apregoado pela concessionária,
VIAOESTE, mas de 6.300 metros, medidos no
odometro do meu carro, por 3 vezes, para
evitar engano, esse direito me está
sendo negado, aliás como a outras
milhares de pessoas nas mesmas condições
que a minha.
Exmo. Sr. Governador, sou aposentado, não
com aqueles polpudos valores de funcionários
públicos, ou de organizações
públicas, conseguidas através
de meios artificiais, politicamente obtidos,
à custa do erário público,
porém através do INSS, com
valor irrisório que não provêem
nem os meus gastos compulsórios com
compra de medicamentos e pagamento do plano
de saúde, aliás este último
também necessário por culpa
do Poder Público que, no passado,
não tomou as providências necessárias
e hoje nega às pessoas aposentadas
qualquer direito à dignidade a que
tem direito.
Porém, Exmo. Sr. Governador, sinto-me
traído em tudo que venho acreditando,
desde a fundação do PSDB,
cujos ideais de Teotônio Vilela e
André de Franco Montoro, que me levaram
a apoiar sempre essa agremiação
política, à qual sou filiado
no Município de Santana de Parnaíba,
onde hoje moro. Tenho sido admirador do
Exmo. Sr. Governador licenciado, Sr. Mario
Covas, cujo procedimento no exercício
do governo tem sido ilibado e digno, não
só impondo ordem na administração
estadual, como também deixando transparecer
os procedimentos corretos, como o devem
ser, e que têem sido respeitados,
compactuando perfeitamente com os princípios
partidários do PSDB, onde se prega
a ética, a honestidade e a prática
da Democracia.
Exmo. Sr. Governador, Geraldo Alckmim, não
permita que essa figura tão cara
da nossa vida política, venha a ser
de qualquer maneira maculada, pois muitas
são as pessoas que afirmam, acredito
que levadas pela emoção, que
o filho do Sr. Mário Covas é
um dos sócios de uma das empresas
que constituem o consórcio que forma
a VIAOESTE, e, por esse motivo o Exmo. Sr.
Mario Covas, tem sido inexplicavelmente,
não só intransigente, como
também rude ao tratar desse assunto
Rodovia Castelo Branco/Vias de Acesso
e Pedágio, traindo assim sua conduta
ilibada, bem como os princípios do
PSDB, onde a prevalência da Democracia
e os direitos dos cidadãos são
paradigmas básicos de seu estatuto.
Nos meus 71 anos de idade, acredito que
o bom senso dos nossos governantes ainda
se fará presente, nesse caso em especial,
para rever os termos em que foi feita a
concessão dessa Rodovia, que é
de todos nós, e cujo uso nos é
de direito.
Acredite, Exmo. Sr. Governador, essa descriminação
não prejudica e fere o direito somente
dos moradores de AlphaVille, hoje estendido
a 2 Municípios, Barueri e Santana
de Parnaíba, mas também a
milhares e milhares de pessoas, moradores
de São Paulo que têem aqui
os seus empregos, à milhares e milhares
de trabalhadores de Barueri, Carapicuíba,
Santana de Parnaíba, Pirapora do
Bom Jesus, Osasco e até Jandira e
Itapevi.
Com o retorno que somos obrigados a fazer,
buscando entrada para as pistas rápidas
através de acesso em Barueri, o transito
se faz prejudicado nas horas de pico, aos
usuários da rodovia que estão
acessando em rumo a Sorocaba, pois aumenta
sensivelmente o número de veículos
que são obrigados a fazer o retorno,
para isso fazendo uso de pequeno trecho
das vias rápidas da Castelo Branco,
no sentido interior, com prejuízo
de todos os usuários, mesmo aqueles
que não são os chamados privilegiados
moradores de AlphaVille, pelo Exmo. Sr.
Mario Covas, que certamente não sabe
de nossas agruras, passadas e atuais.
Outra coisa Exmo. Sr. Governador Geraldo
Alckmim, a entrada deixada na pista rápida
para quem demanda o Município de
Osasco é simplesmente vergonhosa,
senão dizer também desnecessária
da maneira como está. Experimente
Sr. Governador, mesmo nas horas que não
sejam de pico, tomar essa entrada para aquele
Município, e verá a que dificuldades
se exporá. Além do congestionamento
inevitável a qualquer hora, se exporá
a assalto, dada a precariedade dos locais
por onde se tem que passar. E aqueles usuários
que se originam do interior, Sorocaba, São
Roque e muitos outros lugares, que precisam
demandar a Osasco ficaram seriamente prejudicados.
Prejudicados também ficaram todos
os usuários da Castelo Branco, mesmo
aqueles que se dispuserem a usar marginal,
com pedágio abusivo, pois na entrada
do chamado Cebolão, foi
novamente feita a conexão para marginal
com o rio Pinheiros, fazendo com que aqueles
que pretendam usar essa marginal fiquem
sujeitos aos congestionamentos freqüentes
da marginal do rio Tiete, desnecessariamente.
Essa conexão foi feita em razão
da entrada descabida, e, desnecessária,
a que foram obrigados os usuários
que se destinam à Osasco, cujo acesso
muito melhor seria simplesmente dirigindo
o transito da via rápida, ao final
da marginal da Castelo Branco de acesso
à São Paulo, ao complexo Maria
Campos, dando assim de maneira decente não
só acesso à Osasco, como também
à marginal do Rio Pinheiros, ajudando
como vinha sendo ajudado, desde que adotado
o acesso à marginal do Rio Pinheiros,
diminuindo não só o congestionamento
na via rápida da Castelo Branco,
como certamente do próprio usuário
da Marginal da Castelo que deseje se dirigir
à marginal do Rio Pinheiros, pois
com o referido acesso junto ao cebolão,
o acesso dos usuários da marginal
da Castelo Branco, foram desviados à
direita, prejudicando o acesso anterior,
muito melhor e menos perigoso.
Cumpre-me pois, Exmo. Sr. Governador Geraldo
Alckmim, apelar ao bom senso dos responsáveis
para a solução desse impasse
criado com toda uma população,
injustamente discriminada e prejudicada,
e encontrar uma solução justa,
democrática, ética, para o
problema Marginais da Castelo Branco, e
assim preservarmos não só
os legítimos Direitos dos cidadãos
que estão sendo descriminados, como
também a exemplar figura pública
do Exmo. Sr. Mario Covas de quem tenho sido
eleitor, em todos os seus mandatos, seja
de parlamentar, seja de executivo e cuja
figura entendo e respeito como de um homem
público respeitável, mais
de que isso admirável, e cujo
conceito não desejo de maneira alguma
que seja maculado.
Peço vênia à V.Ecia.
para, respeitosamente informa-lo que estou
enviando, via e.mail cópia desta
carta a alguns órgãos da imprensa
falada, escrita e televisada, bem como ao
Exmo. Sr. Presidente da República,
ao Exmo. Sr. Ministro dos Transportes, ao
Exmo. Sr. Presidente do Senado Federal,
ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara
Federal dos Deputados, ao Exmo. Sr. Presidente
da Assembléia Legislativa do Estado
de São Paulo, aos Exmos. Srs. Prefeitos
de Santana de Parnaíba, Barueri,
Pirapora do Bom Jesus, Carapicuíba,
Osasco, Itapevi e Jandira, aos Exmos. Srs.
Presidentes das Câmaras Municipais
desses Municípios acima relacionados,
ao Exmo. Sr. Presidente da SIA Sociedade
InteralphaVille, ao departamento Jurídico
da VIAOESTE.
Cumpre-me externar o meu desejo pelas melhoras
de saúde do Exmo. Sr. Mário
Covas nosso digno Governador bem como apresentar-lhe,
respeitosamente, meus protestos da mais
elevada consideração e respeito."
Comentário
do site - Se esta carta chegará
às mãos dos senhores Alckmin
e Covas é uma outra história
-- e se eles farão alguma coisa quanto
a ela --, mas a inciativa é muito
boa.
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| Remetente:
Elaine Lima - 19/fevereiro/2001, 08:49h
|
| Assunto:
Contra pedágio |
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Acho um absurdo este
tipo de cobrança, sendo que temos
só sete quilômetros de estrada...
O valor dos pedágios de Diadema
e São Caetano do Sul não
chegam a este absurdo. São muito
mais em conta e todos conseguem pagar.
Além de cobrarem o que querem, tiraram
também as nossas entradas para sairmos
de casa. Moro perto da entrada da Petrobrás,
sou mera funcionária de empresa e
ganho muito pouco para ainda ter que pagar
mais impostos para governo e empresas privadas.
Temos que conseguir pelo menos baixar o
preço deste pedágio, já
que o ideal era tirá-lo definitivamente,
pois se não conseguirmos todos os
poderosos irão inventar mais tipos
de impostos e teremos que pagar, creio eu,
até para sentar, dormir, comer etc.
Sou contra este pedágio.
Comentário
do site -
A última frase resume tudo.
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| Remetente:
Marli Salas - 18/fevereiro/2001, 09:37h |
| Assunto:
Custos dos pedágios |
acho até que os preços
dos pedagios sao caros, mais pelo menos a
ViaOeste deu a oportunidades dos moradores
e interessados (como o governador Maria Covas
disse) fazer desvios por estradas ao lado
das marginais e outra o povo brasileiro tem
mania de querer tudo mais nunca querer gastos
nem mao de obra para isso acontecer, andando
pela Castelo Branco voce percebe a comodidade
e as condiçoes da pista, por isso temos que
pensar muito antes de criticar e por defeito,
acho sim que os grandes prejudicados com isso
sao os caminhoneiro que pagam por eixo R$5,00
isso é um absurdo e outra para a populaçao
a grande culpada é a Via Oeste, mais procurei
me informar e os preços dos pedágios sao dados
pelo proprio governo. (sic)
Comentário
do site -
Não colocamos defeito; o que colocaram,
sim, foi uma tarja de preço, além
de um nariz de palhaço na nossa cara... |
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Não deixe para protestar amanhã, porque
amanhã você já poderá pagar
o valor que eles quiserem!
Envie seu protesto para a Viaoeste:
viaoeste@viaoeste.com.br
Caso você queira entrar em contato com os organizadores
do "Fora, viaoeste", mande seu e-mail para:
acessolivre@xviaoeste.cjb.net
pedagiojusto@xviaoeste.cjb.net
foraviaoeste@bol.com.br
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| Filipe Linhares |
para o sr. José
de Oliveira Lima Filho |
| Fiquei impressionado, abismado, estarrecido
e tudo mais nesse sentido com as declarações do
sr. José de Oliveira Lima Filho, diretor de engenharia
de sua empresinha [N. do E.: Viaoeste]. É impressionante
a cara-de-pau!!! Ora, senhor, dizer que "com o tempo nós
vamos ver que compensa pagar 7 reais para ir e voltar para SP"
é nos chamar de idiotas e trouxas! Não compensa
de jeito nenhum! E não interessa se este preço
está estipulado no edital. O edital é um contrato,
e, como tal, não pode prevalecer sobre a lei, e a lei
diz que esse pedagio deveria custar cerca de 51 CENTAVOS!
E falar que "acessos para as pistas já existentes
foram fechados por necessidades de engenharia" novamente
é estar nos chamando de trouxas e idiotas! É
evidente que eles foram fechados para obrigar os moradores a
entrar na pista com pedágio, sob pena de andar mais
6 km para fazer a volta no trevo de Barueri, o que é,
aliás, a atitude mais nojenta de vcs da Viaoeste. Portanto,
senhor José de Oliveira Lima Filho, veja bem o que vai
falar antes de falar besteiras! Ou então fique calado,
você e todos de sua empresinha, pois todos aqui sabem
que sua empresinha de amiguinha da comunidade e injustiçada
pelos "milionários" de Alphaville não
tem nada! E cada vez que alguem aí abre a boca, está
nos chamando de trouxas! Sem falar naquelas propagandinhas estúpidas
que nos ofendem diáriamente na TV, rádio e outdoors.
Por favor, senhor: CARA - DE - PAU tem limite!!! Da proxima
vez, fique quietinho, tá? |
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